DNOCS completa 110 anos; Conheça um pouco de sua história

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O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas  (Dnocs), completou neste mês de outubro de 2019, 110 anos, é a mais antiga instituição federal com atuação no semiárido nordestino.

Atualmente vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional, seu trabalho compreende oito estados. Possui uma administração central, oito coordenadorias estaduais, 13 estações de piscicultura, um Centro de Pesquisas em Aquicultura Rodolph Von Hiering, vinte e duas unidades de campo organizadas por bacias hidrográficas, além de um escritório em Brasília.

Obras

       O DNOCS tem realizado importantes obras, que são relevantes para o desenvolvimento do semiárido brasileiro.

        A irrigação implantada pelo Dnocs é outro marco. É uma atividade que potencializa a produção através da utilização da água acumulada em reservatórios. Gera riqueza, eleva o Produto Interno Bruto (PIB) agrícola dos municípios beneficiados.

       Os projetos Públicos de Irrigação incorporam décadas de aprendizado com tecnologia de última geração que transforma vidas e muda uma realidade.

       O Dnocs possui 37 Projetos Públicos de Irrigação. São mais de 124 mil hectares de áreas cultivadas por mais de 8.000 agricultores irrigantes gerando 372 empregos diretos e indiretos, beneficiando uma população de 744 mil pessoas.

      Desde a criação da Comissão Técnica de Piscicultura do Nordeste em 1932, e do Centro de Pesquisas em Aquicultura Rodolpho von Ihering, em 1972, praticamente todas as espécies regionais de peixes tiveram seus segredos devassados e suas biologias dominadas pelo DNOCS.

     Atualmente são 955 servidores. Cerca de 81% já reúne condições necessárias para a aposentadoria. Na Administração central e nas coordenadorias estaduais são 242 estagiários e 172 terceirizados em Fortaleza.

Piscicultura no Piauí

No Piauí, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas-DNOCS conta com uma Estação de Piscicultura. Trata-se da Estação de Piscicultura Ademar Braga, no Perímetro Irrigado Caldeirão em Piripiri-Pi.  A Estação trabalha com a produção de peixes de espécies exóticas, como tambaqui e tilápia. A Estação produz em média de 3 milhões de alevinos por ano, que beneficia milhares de pescadores artesanais, pequenos, médios e grandes empresários.

Na foto, segurando um tambaqui chefa da Estação de Piscicultura Francisco Eduardo (Chicão) e o Pároco da cidade Piripiri Frei Joá
Foto: Estação de Piscicultura Adhemar Braga em Caldeirão/Piripiri-Pi

A Estação dispõe também de um laboratório de reversão em tilápia, que transforma os sexos dos peixes para macho. Para os técnicos do DNOCS, o macho se desenvolve mais rápido e, na fase adulta, é maior que a fêmea. Viabilizando a criação da tilápia em cativeiro e o aumento da produção. “Com esta transformação, houve um aumento na produtividade e na procura pela espécie.

No Caldeirão, a Estação de Piscicultura também recebe anualmente vários estagiários de escolas técnicas e universidades de toda região, melhorando o aprendizado de alunos.

Nas fotos abaixo, estagiários aprendendo práticas de produção.

Fotos abaixo, manuseio de transporte e peixamento em açudes.

transporte e peixamento em açudes
Alevinos prontos para transportar
Peixamento em açudes
Transporte de alevinos em sacos plásticos

 

 

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