Vexame final. Bombas, vândalos. Pela primeira vez, Cruzeiro rebaixado

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São Paulo, Brasil

A maior vergonha do Cruzeiro.

Em 99 anos, o clube bicampeão da América jamais havia passado por algo parecido.

A incompetência se encontrou com a desonestidade.Dirigentes trouxeram a Polícia Federal para a sede do clube.

Quatro treinadores no Brasileiro.

Salários atrasados.

Jogadores veteranos, sem força física, vibração.

O atleta de maior potencial, Thiago Neves, sem o menor profissionalismo.

Tudo isso unido só poderia dar no vexame.

O Cruzeiro Esporte Club está rebaixado.

No ano do seu centenário, 2020, estará na Segunda Divisão.

A última esperança acabou da forma mais constrangedora.

O time de Adilson Batista foi apático, sem o mínima coordenação em campo.

Precisava desesperadamente da vitória.

Mas perdia para o Palmeiras por 2 a 0.

Zé Rafael marcou o primeiro, aos 11 minutos do segundo tempo.

Dudu, de cabeça, marcou 2 a 0.

A torcida sentiu o gosto de Segunda Divisão, com o Ceará empatando o jogo contra o Botafogo, no Rio, em 1 a 1.

Os vândalos decidiram que a partida iria acabar.

Passaram a jogar bombas em direção ao gramado e até em direção a outros torcedores do Cruzeiro.

E assentos de cadeiras atrás do gol de Weverton.

Os policiais passaram a responder com bombas de gás lacrimogêneo.

Torcedores machucados.

Outros, revoltados, tentaram invadir o gramado.

Vários presos.

Um caos.

O ódio dominava o Mineirão.

O árbitro Marcelo de Lima Henrique não teve outra saída.

Encerrou o jogo.

Os cruzeirenses não tiveram nem coragem de pedir para o juiz seguir o jogo.

O gigante Cruzeiro foi rebaixado para a Segunda Divisão.

Com toda a justiça.

Enquanto isso, o milionário Palmeiras, terceiro colocado no Brasileiro começa sua reformulação.

A aposta é toda em Jorge Sampaoli.

E na saída de mais dez jogadores para 2020…

Por COSME RÍMOLI R7

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